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06 de March de 2026

Segurança e familiares de vítima são indiciados pela polícia por agressão

Regional
05/01/2026 13:31
Redacao
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O inquérito policial referente ao assassinato do empresário Geovani Svolkin da Silva, de 30 anos, culminou no indiciamento do segurança Keven Ígor Silveira Novaes, de 25 anos. O crime, ocorrido durante uma briga em um bar em São José do Rio Preto (SP), chocou a comunidade local. Keven Ígor foi formalmente acusado de homicídio doloso, o que implica a intenção de matar, com qualificadoras de recurso que dificultou a defesa da vítima e motivo fútil, agravando a natureza do delito. Desde o dia 4 de novembro, o segurança encontra-se detido, com sua prisão preventiva já decretada pela Justiça, após a conclusão das investigações conduzidas pelo delegado Marcelo Ferrari.

A investigação detalhada apurou que Keven era considerado foragido desde o dia 26 de outubro, data em que Geovani Svolkin foi baleado e morto. Sua captura só ocorreu após ser localizado pela Polícia Militar escondido entre o forro e o telhado na residência de seu pai, localizada em Planalto, a aproximadamente 60 quilômetros de Rio Preto. Atualmente, Keven Ígor Silveira Novaes permanece recolhido no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto, aguardando os próximos desdobramentos processuais.

Em sua primeira manifestação pública após a prisão, o segurança Keven alegou inocência, afirmando ter agido em legítima defesa para proteger seus pais, que estariam sendo agredidos durante a confusão, negando qualquer intenção de que o incidente resultasse na morte. Contudo, o laudo complementar realizado no corpo da vítima, solicitado pelo Ministério Público, revelou que um dos tiros que atingiram Geovani foi disparado pelas costas, dado que pode ser crucial para a caracterização das qualificadoras. A arma utilizada no crime, uma pistola calibre .40, de uso restrito, pertencia ao pai do segurança, um Caçador, Atirador e Colecionador (CAC), que também foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo, uma vez que não há registro de autorização para que Keven possuísse ou portasse tal armamento.

Familiares indiciados

O inquérito policial que investigou o homicídio do empresário Geovani Svolkin da Silva, culminando no indiciamento do segurança Keven Ígor Silveira Novaes, de 25 anos, também trouxe à luz uma contra-acusação significativa envolvendo os familiares da vítima. Paralelamente às graves acusações contra o segurança por homicídio doloso, as autoridades revelaram que membros da família de Geovani também foram indiciados, delineando uma briga complexa e multifacetada que precedeu e acompanhou a morte do empresário no bar em São José do Rio Preto.

A esposa da vítima, a cunhada e o irmão de Geovani Svolkin foram formalmente indiciados por lesão corporal. A agressão, de acordo com as investigações, teria sido cometida contra a mãe de Keven Ígor Silveira Novaes durante a mesma discussão que levou ao trágico desfecho. Diferentemente do segurança, que teve a prisão preventiva decretada e permanece detido, os familiares da vítima responderam à investigação em liberdade, aguardando os próximos passos do Ministério Público e da Justiça. Este indiciamento sublinha a intensidade e a extensão do confronto físico que escalou naquela noite.

As informações detalhadas sobre o indiciamento dos familiares da vítima por agressão foram apuradas pela produtora de reportagem da TV TEM, Janaína de Paula, após a conclusão do inquérito policial. A inclusão desta contra-acusação adiciona uma camada de complexidade ao caso, especialmente considerando a alegação de Keven Ígor de que agiu em legítima defesa de seus pais, que estariam sendo agredidos. Este elemento pode ser crucial para a defesa do segurança e para a compreensão plena da dinâmica dos eventos que levaram à morte de Geovani Svolkin da Silva.

Conclusão do inquérito

A investigação policial sobre o homicídio do empresário Geovani Svolkin da Silva em um bar de São José do Rio Preto (SP) foi concluída, culminando no indiciamento do segurança Keven Ígor Silveira Novaes, de 25 anos, por homicídio doloso qualificado. Keven foi acusado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima, e está preso preventivamente desde 4 de novembro no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto. A prisão de Keven ocorreu em Planalto, a cerca de 60 quilômetros de Rio Preto, onde foi encontrado pela Polícia Militar escondido entre o forro e o telhado da casa de seu pai, após ter sido considerado foragido desde o dia do crime, 26 de outubro.

O inquérito, sob a responsabilidade do delegado Marcelo Ferrari, também resultou no indiciamento de familiares da vítima: a esposa, a cunhada e o irmão de Geovani foram acusados de lesão corporal contra a mãe de Keven, que foi agredida durante a confusão. No entanto, estes respondem ao processo em liberdade. Adicionalmente, o pai de Keven foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo, uma vez que a pistola calibre .40 utilizada no assassinato, de uso restrito, pertence a ele, que é Caçador, Atirador e Colecionador (CAC), mas não foi preso.

Laudos periciais

A base probatória da investigação inclui diversos elementos, embora alguns laudos ainda estejam pendentes. O laudo pericial das imagens da briga, registradas no dia do crime por câmeras de segurança, ainda não foi emitido, aguardando-se os resultados para detalhar a dinâmica dos fatos. Contudo, um laudo complementar no corpo da vítima, requisitado pelo Ministério Público, trouxe uma informação crucial: ele reconheceu que Geovani Svolkin recebeu um dos disparos pelas costas, um dado que pode pesar significativamente na acusação.

Outro ponto central nas provas refere-se à arma do crime. A pistola “ponto 40” utilizada por Keven pertence a seu pai, um CAC. A investigação revelou que não há qualquer registro de autorização da Polícia Federal que permitisse a Keven Ígor Silveira Novaes ter posse ou porte da arma de fogo, considerada de uso restrito, o que reforça o indiciamento do pai por porte ilegal.

Diante das graves acusações, a defesa de Keven Ígor Silveira Novaes fundamenta-se na alegação de legítima defesa. Em seu primeiro pronunciamento público após a prisão, Keven declarou sua inocência, afirmando ter agido para proteger seus pais que, segundo ele, estavam sendo agredidos. “Sou inocente. Foi legítima defesa, estavam espancando meus pais. Eu não tive nenhuma intenção de chegar aonde chegou”, afirmou o segurança. Os advogados de defesa, Renato Marão e Carlos Nimer, foram contatados para comentar o indiciamento, mas não se pronunciaram até a última atualização desta reportagem.

Com a conclusão do inquérito policial e a entrega ao Ministério Público, caberá agora ao órgão decidir se apresentará ou não a denúncia formal contra Keven e os demais indiciados à Justiça. A decisão do MP será o próximo passo fundamental no desenrolar deste caso, que tem mobilizado a atenção pública em São José do Rio Preto e região.

Motivação do crime

A briga que culminou na morte do empresário Geovani Svolkin da Silva, de 30 anos, por disparos de arma de fogo desferidos pelo segurança Keven Ígor Silveira Novaes, de 25, ocorreu na noite de 26 de outubro em um bar de São José do Rio Preto (SP). Conforme as investigações, o confronto escalou rapidamente, resultando no disparo fatal de uma pistola calibre .40. A arma, de uso restrito, pertencia ao pai de Keven, um Caçador, Atirador e Colecionador (CAC), e o segurança não possuía autorização legal para portá-la ou utilizá-la.

A dinâmica da briga, contudo, revelou-se mais complexa. Keven alegou legítima defesa, afirmando que seus pais estavam sendo agredidos pela família da vítima. Entretanto, o inquérito policial e um laudo complementar no corpo de Geovani indicam que o empresário recebeu um dos tiros pelas costas, contradizendo a versão do segurança e sugerindo um ataque menos direto e mais traiçoeiro. Paralelamente à ação de Keven, familiares de Geovani – sua esposa, cunhada e irmão – foram indiciados por lesão corporal contra a mãe do segurança, o que demonstra a amplitude e intensidade da altercação generalizada no local.

A motivação do crime, conforme o indiciamento por homicídio doloso, foi qualificada por ‘motivo fútil’ e ‘recurso que dificultou a defesa da vítima’. A circunstância de Geovani ter sido baleado pelas costas é um elemento crucial que reforça a qualificadora de dificuldade de defesa. Enquanto a defesa de Keven insiste na tese de autodefesa, a investigação policial concluiu pela intenção de matar. O Ministério Público agora avaliará o inquérito e decidirá sobre a denúncia formal à Justiça, aguardando, inclusive, o laudo pericial das imagens da briga para uma compreensão mais completa do incidente.

Futuro do caso

Com a conclusão do inquérito policial que indiciou o segurança Keven Ígor Silveira Novaes por homicídio doloso qualificado, o caso Homicídio em Bar entra agora em uma fase decisiva sob a alçada do Ministério Público (MP). A Polícia Civil de São José do Rio Preto remeteu os autos da investigação ao MP, que tem a prerrogativa de analisar detalhadamente todas as provas e evidências coletadas.

A decisão crucial que se avizinha é se o órgão ministerial oferecerá ou não a denúncia formal contra Keven à Justiça. O indiciamento por homicídio doloso qualificado – devido ao recurso que dificultou a defesa da vítima e ao motivo fútil – sugere uma gravidade que o MP ponderará. Keven Ígor permanece em prisão preventiva no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto, o que reforça a seriedade da acusação já nesta etapa inicial do processo legal.

Caso o Ministério Público decida pela denúncia, o processo seguirá para a fase de instrução criminal perante o Poder Judiciário. Nesta etapa, serão realizadas audiências para a oitiva de testemunhas de acusação e defesa, além da produção de provas adicionais. O laudo pericial das imagens da briga, que ainda não foi emitido, tornar-se-á um elemento probatório fundamental, podendo confirmar ou contradizer as narrativas apresentadas.

A defesa de Keven Ígor, que alega legítima defesa e que agiu para proteger seus pais, terá a oportunidade de apresentar suas argumentações. No entanto, o reconhecimento do tiro pelas costas da vítima, conforme o laudo complementar solicitado pelo próprio MP, pode pesar significativamente contra a tese defensiva, delineando um embate jurídico complexo.

Para além da figura central de Keven, os próximos passos legais também impactarão os outros indiciados: a esposa, a cunhada e o irmão da vítima por lesão corporal contra a mãe do segurança, bem como o pai de Keven por porte ilegal de arma de fogo. Embora respondam em liberdade, seus casos podem ser apensados ao principal ou tramitar separadamente, dependendo da avaliação do MP e da Justiça. A arma utilizada no crime, uma pistola ‘ponto 40’ pertencente ao pai de Keven (um CAC), e a ausência de autorização para o segurança portá-la, adicionam camadas de complexidade à investigação. A expectativa é de um trâmite processual extenso, culminando, provavelmente, em um julgamento por júri popular, dada a natureza do crime de homicídio doloso.

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