Designer gráfico da Unimar forma profissionais para o aumento de demanda da era digital
Em meio ao boom digital que democratizou os acessos, mas desafia o mercado, surge o curso de Tecnologia em designer gráfico da Unimar (Universidade de Marília). Estruturada em 2024, a formação oportuniza o que há de mais contemporâneo em plataformas e operações, aliadas ao repertório cultural, social e diverso para interpretar a sociedade e saber como atendê-la. Um marco preparatório da comunicação não verbal, essencial à sobrevivência das empresas e instituições.
A formação superior da Unimar apresenta o rol completo de competências para tornar o designer determinante nas relações sociais e comerciais de sucesso. Segundo a coordenadora do curso superior de tecnologia em designer gráfico, professora mestre Débora Loosli Massarollo Otoboni, há um grande celeiro de oportunidades de trabalho nessa área, mas é fundamental uma formação profissional acadêmica, e com profundidade, para ocupar funções e desenvolver projetos que sejam, de fato, relevantes e bem-sucedidos.
O que garante colocação profissional, trajetória de crescimento e plano de carreira. A coordenadora afirma que os contratantes querem entregas com valor e que a formação da Unimar em designer gráfico perpassa por toda prática, utilizando as ferramentas digitais mais atuais. E vai além, ensinando os alunos a saberem como, quando e com que objetivo aplicarem o conhecimento técnico. “Para isso, eles precisam conhecer e compreender a pluralidade do mundo, os comportamentos sociais e o contexto em que estejam atuando, com repertório e sensibilidade para pensar e criar”.
O egresso estará preparado para produzir peças gráficas como blogs, sites, perfis em redes sociais, logomarcas, embalagens, interface dentro de aplicativos, editoriais, entre outros produtos. E trará soluções gráficas, estéticas, visuais e funcionais. “Não é somente sobre imagens, tipografia, cores, elementos, textura e layout que estamos falando. É, antes de tudo, sobre histórias, experiências e conexões; na produção de trabalhos que estejam alinhados à personalidade da empresa ou instituição, ao que ela propõe, acredita e objetiva”, explica a coordenadora.
“A IA (Inteligência Artificial) é a grande questão no momento e trouxe muitos benefícios. Mas, em meio a produções em massa de baixa qualidade, nunca foi tão importante contar com profissionais que tenham embasamento, repertório, técnica e habilidade para a execução de trabalhos que se destaquem, com objetivos e estratégias definidas, mirando em resultados eficientes. Vivemos em uma era em que a imagem comunica antes da palavra. O designer gráfico é a linguagem visual que traduz conceitos complexos em algo claro, envolvente e memorável. Num mundo saturado de informação, o design é o filtro que dá sentido, diferencia marcas e conecta pessoas. Em tempos digitais, quem não investe em design fica invisível”, ressalta a professora mestre Débora Loosli Otoboni.

Curso voltado ao trabalho
Na Unimar, o designer gráfico é superior tecnólogo (presencial), com formação em dois anos e certificação intermediária. O que significa que, após a conclusão do primeiro ano, o aluno passa a ter certificado de assistente em designer, contribuindo para sua colocação mais rápida no mercado. E o curso é totalmente prático, com os estudantes construindo seu portfólio de trabalhos desde as primeiras semanas de aula, através das parcerias com empresas e instituições. Esse relacionamento com o mercado também favorece a colocação profissional, com muitas vagas de estágio e emprego, que são disponibilizadas semanalmente aos alunos.
Esses projetos partem de demandas verdadeiras e, muitas vezes, são desenvolvidos em conjunto com o curso de publicidade e propaganda, como ocorre frequentemente na realidade de mercado. Segundo a coordenadora, a publicidade identifica as falhas e objetivos dos clientes e define as estratégias e ações em seu projeto, cabendo ao designer ter o repertório, conhecimentos e habilidades para produzir as peças gráficas que carreguem toda a proposta e conceitos desse projeto. “Se o designer não souber justificar os porquês do que produziu, suas criações não atingirão resultados para a empresa ou instituição que o contratou”, observa Débora.
Apoiando essa técnica, todo corpo docente de designer gráfico atua no mercado. A docente especialista Michele Campos Rojo é uma delas. “Aliar a formação acadêmica à vivência de mercado torna o profissional de design muito mais preparado para atuar de forma criativa e estratégica e enfrentar os desafios de um mercado que está em grande transformação”.
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